Trearn | Deficiente visual relata emoção de 'ver' ultrassom de bebê pelo tato

Deficiente visual relata emoção de 'ver' ultrassom de bebê pelo tato


Quando descobriu que estava grávida da primeira filha, a economista Marcela Villela, de 36 anos, assim como ocorre com a maioria das mulheres, ficou ansiosa para fazer o primeiro ultrassom. Era a chance de ter sinais concretos da vida que carregava em seu corpo.Ao sair da sala, no entanto, sentiu um misto de sentimentos. Felicidade por saber que a filha estava bem de saúde e frustração por não ter a possibilidade de sentir a presença da bebê. Deficiente visual desde o nascimento, Marcela não podia ver a filha por meio das imagens do ultrassom reproduzidas no monitor do laboratório. Tampouco pôde ouvir o coraçãozinho da bebê. Como no primeiro ultrassom o feto era muito pequeno, os batimentos cardíacos não apareceram no exame. No ultrassom seguinte, Marcela passou a fazer o acompanhamento no laboratório Alta, que oferece para gestantes cegas ou com baixa visão a impressão da imagem do ultrassom em um molde em 3 dimensões.




544 | 2018-07-11 | World | Brazil | Click for source

Write by estela